Texto por Gilliard Monteiro
Um ano atípico para o futebol mundial. A Copa do Mundo será jogada no mês de novembro. Talvez em reflexo da pandemia que vivemos, uma copa com estádios de portões fechados ou com público limitado.
Será a Copa do Mundo que marcará as despedidas de duas lendas recentes do nosso esporte bretão. Cristiano Ronaldo e Lionel Messi. Presentes nos Mundiais desde de 2006, 2022 será a quinta e última participação desses craques no maior evento global esportivo. Próximos do final de Carreira, Messi estará com 35 anos no Mundial e CR7 com 37 anos.
Um mundial que também pode marcar a última participação do eterno Menino Ney. Chegando lá aos 30 anos e sem decolar vestindo a pesada camisa 10 da Seleção, esse poderá ser o ponto final do jogador na Seleção Brasileira. A Torcida pede por títulos e uma seleção que jogue por música. Tem que ganhar e jogar bem, a imprensa cobra forte a começar pelo fanático dramático Galvão Bueno.
A quem diga que Neymar conduziu a Seleção a medalha de ouro inédita para o Brasil. Mas na última conquista de destaque da Seleção na Copa América de 2019, Neymar ficou de fora. E não fez falta nenhuma.
Suarez, Falcão Garcia e outros inúmeros jogadores poderiam ser citados aqui como últimas aparições em Mundiais. Mas vamos resumir por estes.
Será também o último mundial com 32 seleções. Já que a partir de 2026, a FIFA resolveu “democratizar” o acesso a Competição em nome do dinheiro e baixando a qualidade dos jogos ao incluir mais 16 selecionados.
** A opinião dos colunistas não reflete, necessariamente, a opinião do Resenha da Torcida