Texto escrito por Felipe Accacio
Mesmo o mais assíduo hater de Neymar deve concordar que hoje o ele é principal jogador da seleção brasileira, e em uma fraca geração convocada por Tite, nos assusta quanto ao futuro da seleção na era pós Neymar.
A próxima Copa do Mundo talvez seja a última de Neymar, uma vez que o atleta está alcançando o declínio de sua carreira profissional, principalmente pela idade. Mas o que a seleção está fazendo para suprir uma possível ausência de Neymar? Nada. E isso acontece desde 2006 quando no papel a seleção era incrível porém apática em campo, a geração de Ronaldo, Adriano, Kaká e Robinho não trouxe a Copa pois não a levaram a sério e não preparamos uma nova safra.
Perceba, nunca tivemos alguém pra substituir a altura as laterais de Cafú e Roberto Carlos, e hoje sofremos sem um nome de destaque e sem um titular absoluto na posição, o mesmo vai acontecer com a camisa 10 que hoje é do “menino Ney”, na atualidade não existe ninguém para usa-lá e se a geração é fraca, parte disso é culpa de uma CBF manchada pela corrupção do últimos anos, e também do Tite, que na minha opinião tem os dias contados no cargo.
Não vemos a revolução que é necessária, não vemos uma oportunidade a um sistema diferente de jogo, por que nossos atletas que atuam no brasil não podem ser convocados? Confesso que estou com medo da Copa de 2022, pois ela está muito próxima, e a chance de mais um fiasco é enorme.
Só nos resta torcer para que ano que vem Neymar consiga fazer o que só a geração campeã de 2002 fez, e quem sabe assim, poderão os mandatários olhar com mais carinho e menos interesse pro futuro da amarelinha.
** A opinião dos colunistas não reflete, necessariamente, a opinião do Resenha da Torcida